quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Stand de exposição de livros é feito com 15 mil lápis


Os designers alemães Johannes Albert e Helmut Stabe criaram e desenvolveram o conceito de um stand para livros feito usando lápis. Os livros foram sustentados pelos lápis, fincados numa grande placa, que funcionaram também como decoração com bom apelo visual. No total, foram utilizados 15 mil lápis para o stand da editora alemã Mitteldeutscher Verlag Publishers na Leipzig Buchmesse, feira alemã anual de literatura. A ideia veio de utilizar, para uma exposição de livros, um dos mais elementares instrumentos de escrita.
A Leipzig Buchmesse, sediada na cidade de Leipzig - ou Lípsia - na Alemanha, é um dos mais importantes eventos da literatura alemã e da Europa. A feira acontece anualmente no mês de março e atrai empresários, autores, entusiastas e jornalistas de todo o continente europeu, sendo um local bastante propício para conhecer novas obras e novos contatos no mercado. Sua última edição atraiu 156 mil visitantes e mais de dois mil editores de 39 países.
Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.
Cosméticos brasileiros vivem momento de expansão
O mercado brasileiro de cosméticos vive um momento de franca expansão e se democratiza entre consumidores de todas as classes. Se por um lado as mulheres AB começam a perceber que é possível encontrar produtos brasileiros de qualidade, na medida em que a tecnologia das empresas nacionais evolui; por outro, as consumidoras das classes C, D e E passam a se preocupar com a beleza e o bem-estar, que deixam de ser vistos como futilidades e passam a ser importantes na busca pelo sucesso tanto profissional quanto pessoal.
As mudanças no comportamento do consumidor brasileiro e a atenção que tem sido dada aos nossos produtos no exterior, especialmente pelo trabalho feito por empresas como a Natura, aparecem como oportunidades para quem deseja investir no segmento. Os produtos também ganham papel importante e são prioridade nas farmácias e drogarias, já que são responsáveis pelo aumento do ticket médio destas empresas.
“O cosmético é o grande termômetro para ver o que está acontecendo com a população. Com a melhor distribuição de renda, os gostos se alteram. O que era caro e de difícil acesso para as classes C e D, hoje não é mais. E o que era de segunda necessidade deixou de ser”, diz Amalia Sina, que foi presidente da Philip Morris do Brasil, da Walita do Brasil, sênior vice-presidente da Philips para a América Latina e há quatro anos apostou no mercado de cosméticos com a Sina Cosméticos.
Idas ao dermatologista impulsionam mercado
A valorização do cuidado com a estética tem levado as consumidoras para o consultório médico. Apesar de a mulher ter em sua essência o hábito de comprar cosméticos por conta própria, o papel do dermatologista também é fundamental na hora de indicar os produtos certos para cada caso.
Neste ponto, a Dermage sai na frente. “Temos uma particularidade, porque atingimos tanto o consumidor, quanto o médico. A demanda de prescrição de produtos tem aumentado muito. Em 2009, crescemos 22%. Para este ano, esperamos uma expansão de 30%”, reconhece Giovana Dalmasso, Gerente de Marketing da Dermage, em entrevista ao Mundo do Marketing.
A empresa começou, em 1978, como uma farmácia de manipulação, no Rio de Janeiro. Em 1990, foi lançada a marca Dermage. Com o passar do tempo e a credibilidade que os médicos davam aos produtos da laboratórios de manipulação, os que eram mais prescritos foram industrializados. Hoje, os manipulados representam apenas 30%, mas não há planos para retirá-los do portfólio da empresa.
“A tendência é de crescimento do industrializado. Mas no momento não pensamos em descontinuar os manipulados, porque eles são o diferencial da Dermage, que é uma empresa especializada em dermatologia”, pondera a Gerente de Marketing da marca, que conta com categorias que cuidam do corpo inteiro, incluindo rosto, corpo, capilares, solares e maquiagem, além de uma linha masculina. Em um mercado tão disputado, os diferenciais devem ser preservados.
Cosméticos movimentaram US$ 28,77 bi no Brasil
Mundialmente, os cosméticos movimentaram US$ 333,50 bilhões em 2008, segundo o último levantamento disponibilizado pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). O Brasil é o terceiro maior mercado de cosméticos, com um volume de US$ 28,77 bilhões no período, atrás apenas do Japão e dos Estados Unidos. O país também foi o que mais cresceu (27,5% ante 9,1% no mundo) e é responsável por uma fatia de 8,6% do mercado.
O faturamento nos últimos 13 anos saltou de R$ 4,9 bilhões, em 1996, para R$ 21,7 bilhões, em 2008. Em relação às exportações, os produtos para cabelos são os primeiros colocados no ranking, com US$ 161.496, seguidos por sabonetes (US$ 156.149) e higiene oral (US$ 150.756). O Brasil é ainda o primeiro mercado global no segmento de desodorantes e o segundo no de produtos para cabelos, perfumaria, produtos masculinos, higiene oral, infantil, protetor solar e banho.
Hoje, o país conta com mais de 1.755 empresas especializadas em Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. E esse número tende a crescer. “As mulheres estão dispostas a trocarem de marca, querem novidades. O mercado de cosméticos caminha paralelo ao da moda. A cada três meses, deve ter produtos diferentes”, aponta Amalia, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Novidades no mercado
A própria Sina Cosméticos é um exemplo desta realidade. Há quatro anos, a linha Amazonutry tinha 15 produtos para os cabelos. Hoje, a marca conta com mais de 100 itens lançados para cabelos, corpo e banho. Com o crescimento e a consolidação da Amazonutry, agora, a Sina foca seus investimentos na Bio Emotion, nova marca da empresa, que será vendida com exclusividade pelos canais da Polishop.
A Yenzah também surgiu a partir da identificação de oportunidades de mercado. Fundada no começo deste ano por quatro sócios com 15 anos de experiência e passagem por empresas como L’oréal, Embelleze, Niely e Wella, a marca pretende atender também o público AB, mas foca seus esforços nos consumidores da classe C.
“Estamos no país certo, no momento certo. A classe C está ascendendo. As consumidoras buscam marcas de maior valor percebido e qualidade superior. Investimos em um posicionamento de alta performance e encantamento. A Yenzah divulga a beleza e a harmonia”, explica Rodrigo Goecks, Diretor de Marketing da marca, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Atualmente, a Yenzah conta com três linhas com seis produtos cada, todos especializados em tratamentos para os cabelos. Desde o começo deste mês, as novidades podem ser encontradas em farmácias, perfumarias, supermercados e no varejo virtual. Para os próximos cinco anos, a expectativa é de que a marca conte com cerca de 60 produtos em seu portfólio.
Classe C quer produto aspiracional
Também focada nas classes C, D e E, a Embelleze cresce a passos largos, sempre mantendo o ingrediente aspiracional em suas marcas. “Muito mais do que uma empresa voltada para produtos que irão saciar o ego ou a vaidade, a Embelleze tem como preocupação ser a marca que vai gerar a transformação na vida dessa mulher. Elevar sua autoestima, para que ela se torne mais satisfeita consigo mesma”, conta Gabriel Caldas, Gestor do Centro de Experiência do Consumidor da Embelleze, ao site.
Com o crescimento contínuo da entrada da mulher no mercado de trabalho, o acesso aos cosméticos torna-se essencial. Estar bem apresentada é um fator responsável por deixá-la mais segura na busca pelo sucesso profissional, independente da classe social a que pertença.
Com 41 anos de mercado, a Embelleze conta hoje com mais de 500 produtos, distribuídos por 17 famílias, em três categorias. Entre os destaques, está o creme de tratamento Novex, lançado em 2002, e que, desde 2005, apresenta crescimento de 40% a 50% por ano. Outro produto de sucesso da marca, que teve um crescimento geral de 28% em 2009 e espera aumentar seu faturamento em 35% em 2010, é a linha de coloração Maxton.
Cabeleireiros validam produtos
Desde 2009, as embalagens dos produtos estampam mulheres em momentos importantes da vida, com relação ao cabelo e à beleza. Todas as colorações têm histórias próprias, visando estreitar o relacionamento da consumidora com a marca no ponto-de-venda. A Embelleze também mantém 500 consultoras espalhadas pelos PDVs para promover seus produtos e explicar a melhor forma de usá-los.
Outro investimento da empresa é o relacionamento com os cabeleireiros. “O profissional é muito importante para a validação da marca. Buscamos entender a necessidade dos salões para criar produtos específicos para eles”, relata Caldas. Assim como a Amazonutry, da Sina Cosméticos, que foi lançada na Itália com foco no mercado exterior, a Embelleze exporta seus produtos para países como Estados Unidos, Venezuela, Moçambique, Angola e Portugal. “Estamos trabalhando ainda mais focados em exportação. O Brasil está muito em voga lá fora. O produto com a cara da mulher brasileira é muito forte”, acredita o executivo da Embelleze.
Fonte: Mundo do Marketing
Por Sylvia de Sá
As mudanças no comportamento do consumidor brasileiro e a atenção que tem sido dada aos nossos produtos no exterior, especialmente pelo trabalho feito por empresas como a Natura, aparecem como oportunidades para quem deseja investir no segmento. Os produtos também ganham papel importante e são prioridade nas farmácias e drogarias, já que são responsáveis pelo aumento do ticket médio destas empresas.
“O cosmético é o grande termômetro para ver o que está acontecendo com a população. Com a melhor distribuição de renda, os gostos se alteram. O que era caro e de difícil acesso para as classes C e D, hoje não é mais. E o que era de segunda necessidade deixou de ser”, diz Amalia Sina, que foi presidente da Philip Morris do Brasil, da Walita do Brasil, sênior vice-presidente da Philips para a América Latina e há quatro anos apostou no mercado de cosméticos com a Sina Cosméticos.
Idas ao dermatologista impulsionam mercado
A valorização do cuidado com a estética tem levado as consumidoras para o consultório médico. Apesar de a mulher ter em sua essência o hábito de comprar cosméticos por conta própria, o papel do dermatologista também é fundamental na hora de indicar os produtos certos para cada caso.
Neste ponto, a Dermage sai na frente. “Temos uma particularidade, porque atingimos tanto o consumidor, quanto o médico. A demanda de prescrição de produtos tem aumentado muito. Em 2009, crescemos 22%. Para este ano, esperamos uma expansão de 30%”, reconhece Giovana Dalmasso, Gerente de Marketing da Dermage, em entrevista ao Mundo do Marketing.
A empresa começou, em 1978, como uma farmácia de manipulação, no Rio de Janeiro. Em 1990, foi lançada a marca Dermage. Com o passar do tempo e a credibilidade que os médicos davam aos produtos da laboratórios de manipulação, os que eram mais prescritos foram industrializados. Hoje, os manipulados representam apenas 30%, mas não há planos para retirá-los do portfólio da empresa.
“A tendência é de crescimento do industrializado. Mas no momento não pensamos em descontinuar os manipulados, porque eles são o diferencial da Dermage, que é uma empresa especializada em dermatologia”, pondera a Gerente de Marketing da marca, que conta com categorias que cuidam do corpo inteiro, incluindo rosto, corpo, capilares, solares e maquiagem, além de uma linha masculina. Em um mercado tão disputado, os diferenciais devem ser preservados.
Cosméticos movimentaram US$ 28,77 bi no Brasil
Mundialmente, os cosméticos movimentaram US$ 333,50 bilhões em 2008, segundo o último levantamento disponibilizado pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). O Brasil é o terceiro maior mercado de cosméticos, com um volume de US$ 28,77 bilhões no período, atrás apenas do Japão e dos Estados Unidos. O país também foi o que mais cresceu (27,5% ante 9,1% no mundo) e é responsável por uma fatia de 8,6% do mercado.
O faturamento nos últimos 13 anos saltou de R$ 4,9 bilhões, em 1996, para R$ 21,7 bilhões, em 2008. Em relação às exportações, os produtos para cabelos são os primeiros colocados no ranking, com US$ 161.496, seguidos por sabonetes (US$ 156.149) e higiene oral (US$ 150.756). O Brasil é ainda o primeiro mercado global no segmento de desodorantes e o segundo no de produtos para cabelos, perfumaria, produtos masculinos, higiene oral, infantil, protetor solar e banho.
Hoje, o país conta com mais de 1.755 empresas especializadas em Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. E esse número tende a crescer. “As mulheres estão dispostas a trocarem de marca, querem novidades. O mercado de cosméticos caminha paralelo ao da moda. A cada três meses, deve ter produtos diferentes”, aponta Amalia, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Novidades no mercado
A própria Sina Cosméticos é um exemplo desta realidade. Há quatro anos, a linha Amazonutry tinha 15 produtos para os cabelos. Hoje, a marca conta com mais de 100 itens lançados para cabelos, corpo e banho. Com o crescimento e a consolidação da Amazonutry, agora, a Sina foca seus investimentos na Bio Emotion, nova marca da empresa, que será vendida com exclusividade pelos canais da Polishop.
A Yenzah também surgiu a partir da identificação de oportunidades de mercado. Fundada no começo deste ano por quatro sócios com 15 anos de experiência e passagem por empresas como L’oréal, Embelleze, Niely e Wella, a marca pretende atender também o público AB, mas foca seus esforços nos consumidores da classe C.
“Estamos no país certo, no momento certo. A classe C está ascendendo. As consumidoras buscam marcas de maior valor percebido e qualidade superior. Investimos em um posicionamento de alta performance e encantamento. A Yenzah divulga a beleza e a harmonia”, explica Rodrigo Goecks, Diretor de Marketing da marca, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Atualmente, a Yenzah conta com três linhas com seis produtos cada, todos especializados em tratamentos para os cabelos. Desde o começo deste mês, as novidades podem ser encontradas em farmácias, perfumarias, supermercados e no varejo virtual. Para os próximos cinco anos, a expectativa é de que a marca conte com cerca de 60 produtos em seu portfólio.
Classe C quer produto aspiracional
Também focada nas classes C, D e E, a Embelleze cresce a passos largos, sempre mantendo o ingrediente aspiracional em suas marcas. “Muito mais do que uma empresa voltada para produtos que irão saciar o ego ou a vaidade, a Embelleze tem como preocupação ser a marca que vai gerar a transformação na vida dessa mulher. Elevar sua autoestima, para que ela se torne mais satisfeita consigo mesma”, conta Gabriel Caldas, Gestor do Centro de Experiência do Consumidor da Embelleze, ao site.
Com o crescimento contínuo da entrada da mulher no mercado de trabalho, o acesso aos cosméticos torna-se essencial. Estar bem apresentada é um fator responsável por deixá-la mais segura na busca pelo sucesso profissional, independente da classe social a que pertença.
Com 41 anos de mercado, a Embelleze conta hoje com mais de 500 produtos, distribuídos por 17 famílias, em três categorias. Entre os destaques, está o creme de tratamento Novex, lançado em 2002, e que, desde 2005, apresenta crescimento de 40% a 50% por ano. Outro produto de sucesso da marca, que teve um crescimento geral de 28% em 2009 e espera aumentar seu faturamento em 35% em 2010, é a linha de coloração Maxton.
Cabeleireiros validam produtos
Desde 2009, as embalagens dos produtos estampam mulheres em momentos importantes da vida, com relação ao cabelo e à beleza. Todas as colorações têm histórias próprias, visando estreitar o relacionamento da consumidora com a marca no ponto-de-venda. A Embelleze também mantém 500 consultoras espalhadas pelos PDVs para promover seus produtos e explicar a melhor forma de usá-los.
Outro investimento da empresa é o relacionamento com os cabeleireiros. “O profissional é muito importante para a validação da marca. Buscamos entender a necessidade dos salões para criar produtos específicos para eles”, relata Caldas. Assim como a Amazonutry, da Sina Cosméticos, que foi lançada na Itália com foco no mercado exterior, a Embelleze exporta seus produtos para países como Estados Unidos, Venezuela, Moçambique, Angola e Portugal. “Estamos trabalhando ainda mais focados em exportação. O Brasil está muito em voga lá fora. O produto com a cara da mulher brasileira é muito forte”, acredita o executivo da Embelleze.
Fonte: Mundo do Marketing
Por Sylvia de Sá
segunda-feira, 29 de março de 2010
Qual é a imagem da sua empresa nas redes sociais?
Por: Por Luiz Alberto Ferla
Blog, Orkut, Youtube, Facebook, Twitter, LinkedIn são palavras que compõem o universo das mídias sociais e já fazem parte da vida de todos nós. Essas ferramentas oferecem a seus usuários a possibilidade de se conectar com amigos, firmar contatos profissionais e, por que não, aproximar totais desconhecidos para compartilhar informações, trocar experiências e descobrir afinidades.
Trata-se de uma verdadeira febre online que tem despertado a atenção das empresas. Além de demarcar terreno nas redes sociais, as companhias buscam saber sobre o que falam dela nesses ambientes. No entanto, muitos empresários ainda têm dúvidas quando o assunto é a relevância dessas redes de relacionamento como meio de comunicação para os negócios e neste ponto as certezas cedem espaço para interrogações. Afinal, como medir a imagem de uma empresa nas redes sociais. É possível mensurar esse tipo de informação?
Nem sempre, porém, esses valores absolutos podem ser relacionados diretamente ao impacto desejado aos negócios. Não foi criada ainda uma fórmula mágica ou selo de garantia que comprove a eficácia de uma iniciativa ou outra nas mídias sociais. Para obter respostas e saber se a sua empresa está atingindo o retorno desejado na rede, antes de observar os números que validam e qualificam o retorno das páginas de relacionamento, é necessário fazer as perguntas certas. A primeira delas e a mais fundamental: qual é o seu objetivo? Vender mais? Conquistar novos clientes? Ganhar fama? Divulgar a sua marca?
Mensuração qualitativa deve prevalecer
O desafio está, portanto, em avaliar o retorno das páginas de relacionamentopara fins comerciais. Como em qualquer plano de negócio que se preze, é necessário ter clareza das metas que se pretende atingir com as atividades na Internet. O passo seguinte é entender que uma coisa é gerar o chamado buzz (barulho), outra bem diferente é ele ser revertido em favor dos seus negócios. Trocando em miúdos, quantidade não é sinônimo de qualidade. E é aí que o bom senso deve prevalecer. A dificuldade em mensurar o impacto nas redes sociais é tentar entender e quantificar o intangível: o sentimento das pessoas que estão do outro lado da tela.
Medir corretamente o “sucesso” nas mídias sociais pode se transformar em uma grande arma para o crescimento da empresa, tanto no mundo virtual quanto no real. A missão não é simples, mas o uso de algumas ferramentas gratuitas de medição, aliadas ao entendimento dos seus objetivos e metas de negócios podem ajudar a cumprir a tarefa:
Credibilidade: no caso de blogs corporativos, vale registrar o endereço em motores de busca especiais de mídia social para ver o resultado em um ranking para termos específicos. O Technorati, por exemplo, serve como ferramenta para monitorar a pontuação da página. Basicamente, ela mede o número de diferentes blogs que fizeram link para a página em um período de seis meses, a quantidade de fãs e a classificação do seu blog. Tenha em mente que é necessário combinar estes números com alguma pesquisa qualitativa, respondendo a perguntas como: Quais blogs estão ligados ao meu? Eles são os blogs que seu público-alvo lê e respeita? Leitores se identificam com o blogger como “alguém que é como eu”?
Além do Technorati, ferramentas de busca verticais como Google Blog Search eFeedster, entre outras, acompanham a movimentação na web em tempo real a partirda indexação de conteúdos gerados pelos consumidores. Estes motores de busca muitas vezes permitem que você assine um feed dos seus resultados de pesquisa e colete os resultados diários, o que facilita a análise e avaliação do que está ou não funcionando na sua estratégia.
Dar para receber: no mundo das mídias sociais, vale a velha máxima. Nãovalorize tanto os números, mas sim o perfil do público com o qual está serelacionando nas redes sociais. Dados comportamentais são um verdadeiro tesouropara quem fornece produtos e/ou serviços.
Ferramentas como o Delicious monitoram o número de links que levam ao seu blog,tags e notas. Através desses medidores é possível ver quantas pessoas marcaramo conteúdo, quando o fizeram, e os comentários que foram publicados. Os botõesAddThis Social Bookmarking também fornecem estatísticas sobre quantas vezes oseu conteúdo é marcado por ferramenta, podendo inclusive configurá-los deacordo com seus focos.
A partir dos resultados nos buscadores, é possível descobrir uma boa amostragemdo que está sendo comentado sobre a sua empresa fora do seu próprio ambienteonline. Há menções sobre a sua marca em outras comunidades, blogs e demaisredes sociais? O que está sendo comentado? Esta é a chave para saber”quem” acompanha suas ações na internet e “o quê” elesbuscam.
Microblog como ferramenta competitiva: vedete do momento, mais e mais empresas estão monitorando as conversas dos microbloggers no Twitter para pegar os relatórios de reclamações e/ou comentários positivos. Cada vez mais a tendência é responder a tweets sobre a empresa, seja lá qual for o motivo. Para saber o que está sendo comentado no Twitter sobre a sua marca, produtos e outros temas corporativos de interesse vale conectar os termos de pesquisa no mecanismo de busca do Twitter e monitorar os resultados. Só assim você saberá o que está sendo mencionado sobre a empresa e se são comentários pertinentes ou não.
É tudo uma questão de sentimento: de nada vale a presença online da empresa, se o público-alvo não participa ativamente deste relacionamento. Um dos velhos padrões de medição do sucesso de um site eram os page views, mas isso é inadequado quando tratamos de mídias sociais. Nelas a palavra de ordem é avaliar como os usuários estão interagindo com as páginas da empresa. Veja quantas pessoas estão fazendo o seguinte: deixam rapidamente a página x, permanecem por um bom tempo navegando; registram seus comentários; tagging; indicam e fazem marcações para a página; blogam sobre a empresa e/ou retuitando seus assuntos; geram links para a empresa.
Afinal,de que adianta um grande número de cliques diários no blog, um monte de rostinhos nos grupos e comunidades da empresa e milhares de seguidores no Twitter se não há participação ativa desse público? Todas as pessoas gostam de se sentir percebidas e no ambiente online não é diferente.”Conversar” é razão de ser das redes sociais.
Blog, Orkut, Youtube, Facebook, Twitter, LinkedIn são palavras que compõem o universo das mídias sociais e já fazem parte da vida de todos nós. Essas ferramentas oferecem a seus usuários a possibilidade de se conectar com amigos, firmar contatos profissionais e, por que não, aproximar totais desconhecidos para compartilhar informações, trocar experiências e descobrir afinidades.
Trata-se de uma verdadeira febre online que tem despertado a atenção das empresas. Além de demarcar terreno nas redes sociais, as companhias buscam saber sobre o que falam dela nesses ambientes. No entanto, muitos empresários ainda têm dúvidas quando o assunto é a relevância dessas redes de relacionamento como meio de comunicação para os negócios e neste ponto as certezas cedem espaço para interrogações. Afinal, como medir a imagem de uma empresa nas redes sociais. É possível mensurar esse tipo de informação?
Nem sempre, porém, esses valores absolutos podem ser relacionados diretamente ao impacto desejado aos negócios. Não foi criada ainda uma fórmula mágica ou selo de garantia que comprove a eficácia de uma iniciativa ou outra nas mídias sociais. Para obter respostas e saber se a sua empresa está atingindo o retorno desejado na rede, antes de observar os números que validam e qualificam o retorno das páginas de relacionamento, é necessário fazer as perguntas certas. A primeira delas e a mais fundamental: qual é o seu objetivo? Vender mais? Conquistar novos clientes? Ganhar fama? Divulgar a sua marca?
Mensuração qualitativa deve prevalecer
O desafio está, portanto, em avaliar o retorno das páginas de relacionamentopara fins comerciais. Como em qualquer plano de negócio que se preze, é necessário ter clareza das metas que se pretende atingir com as atividades na Internet. O passo seguinte é entender que uma coisa é gerar o chamado buzz (barulho), outra bem diferente é ele ser revertido em favor dos seus negócios. Trocando em miúdos, quantidade não é sinônimo de qualidade. E é aí que o bom senso deve prevalecer. A dificuldade em mensurar o impacto nas redes sociais é tentar entender e quantificar o intangível: o sentimento das pessoas que estão do outro lado da tela.
Medir corretamente o “sucesso” nas mídias sociais pode se transformar em uma grande arma para o crescimento da empresa, tanto no mundo virtual quanto no real. A missão não é simples, mas o uso de algumas ferramentas gratuitas de medição, aliadas ao entendimento dos seus objetivos e metas de negócios podem ajudar a cumprir a tarefa:
Credibilidade: no caso de blogs corporativos, vale registrar o endereço em motores de busca especiais de mídia social para ver o resultado em um ranking para termos específicos. O Technorati, por exemplo, serve como ferramenta para monitorar a pontuação da página. Basicamente, ela mede o número de diferentes blogs que fizeram link para a página em um período de seis meses, a quantidade de fãs e a classificação do seu blog. Tenha em mente que é necessário combinar estes números com alguma pesquisa qualitativa, respondendo a perguntas como: Quais blogs estão ligados ao meu? Eles são os blogs que seu público-alvo lê e respeita? Leitores se identificam com o blogger como “alguém que é como eu”?
Além do Technorati, ferramentas de busca verticais como Google Blog Search eFeedster, entre outras, acompanham a movimentação na web em tempo real a partirda indexação de conteúdos gerados pelos consumidores. Estes motores de busca muitas vezes permitem que você assine um feed dos seus resultados de pesquisa e colete os resultados diários, o que facilita a análise e avaliação do que está ou não funcionando na sua estratégia.
Dar para receber: no mundo das mídias sociais, vale a velha máxima. Nãovalorize tanto os números, mas sim o perfil do público com o qual está serelacionando nas redes sociais. Dados comportamentais são um verdadeiro tesouropara quem fornece produtos e/ou serviços.
Ferramentas como o Delicious monitoram o número de links que levam ao seu blog,tags e notas. Através desses medidores é possível ver quantas pessoas marcaramo conteúdo, quando o fizeram, e os comentários que foram publicados. Os botõesAddThis Social Bookmarking também fornecem estatísticas sobre quantas vezes oseu conteúdo é marcado por ferramenta, podendo inclusive configurá-los deacordo com seus focos.
A partir dos resultados nos buscadores, é possível descobrir uma boa amostragemdo que está sendo comentado sobre a sua empresa fora do seu próprio ambienteonline. Há menções sobre a sua marca em outras comunidades, blogs e demaisredes sociais? O que está sendo comentado? Esta é a chave para saber”quem” acompanha suas ações na internet e “o quê” elesbuscam.
Microblog como ferramenta competitiva: vedete do momento, mais e mais empresas estão monitorando as conversas dos microbloggers no Twitter para pegar os relatórios de reclamações e/ou comentários positivos. Cada vez mais a tendência é responder a tweets sobre a empresa, seja lá qual for o motivo. Para saber o que está sendo comentado no Twitter sobre a sua marca, produtos e outros temas corporativos de interesse vale conectar os termos de pesquisa no mecanismo de busca do Twitter e monitorar os resultados. Só assim você saberá o que está sendo mencionado sobre a empresa e se são comentários pertinentes ou não.
É tudo uma questão de sentimento: de nada vale a presença online da empresa, se o público-alvo não participa ativamente deste relacionamento. Um dos velhos padrões de medição do sucesso de um site eram os page views, mas isso é inadequado quando tratamos de mídias sociais. Nelas a palavra de ordem é avaliar como os usuários estão interagindo com as páginas da empresa. Veja quantas pessoas estão fazendo o seguinte: deixam rapidamente a página x, permanecem por um bom tempo navegando; registram seus comentários; tagging; indicam e fazem marcações para a página; blogam sobre a empresa e/ou retuitando seus assuntos; geram links para a empresa.
Afinal,de que adianta um grande número de cliques diários no blog, um monte de rostinhos nos grupos e comunidades da empresa e milhares de seguidores no Twitter se não há participação ativa desse público? Todas as pessoas gostam de se sentir percebidas e no ambiente online não é diferente.”Conversar” é razão de ser das redes sociais.
domingo, 28 de março de 2010
DESIGNER EMPREENDEDOR, O QUE É?
Segundo o SEBRAE, “ter um espírito criativo e pesquisador é uma das qualidades fundamentais de um empreendedor, ele está constantemente buscando novos caminhos e novas soluções, sempre tendo em vista as necessidades das pessoas. A essência de um empreendedor de sucesso é a busca de novos negócios e oportunidades, além da preocupação com a melhoria do produto.”
A partir desta definição considero que nós designers, somos empreendedores sem saber. Podemos perceber que realmente há muitas semelhanças entre um designer e um empreendedor. Somos proativos, criativos, estamos sempre atentos às tendências e necessitamos de um planejamento para desenvolver nossos projetos. Além disso, temos a opção de sermos autônomos assumindo projetos como freelancer e/ou empresário.
No primeiro período da faculdade, percebi que há inúmeros perfis de designer. Existe o Designer Artista, Designer Editorial, Designer de Moda, Designer de Jóia, e andando por aí, já encontrei até a Designer de Sobrancelha (?). Analisando estes inúmeros perfis, constatei que minha faculdade é bem semelhante a um Jardim Zoológico, havia de tudo naquele lugar. Mas percebi a ausência de uma atração naquele “Mundo Animal”, o braço direito do rei da selva não estava por ali – o designer empreendedor, aquele que usa todo o conhecimento do design e associa com o mundo dos negócios.
A partir desta demanda, iniciei minha busca incessante por aquele profissional que estaria a todo tempo atento às oportunidades e ao mercado em função das suas realizações. Em todos os meus trabalhos desde então, eu associava as características em comum de um designer e um empreendedor. Era perceptível a resistência de boa parte da minha turma e até mesmo de alguns professores, afinal para eles bastava focarmos nos movimentos artísticos e nas novas técnicas de produção.
Concordo plenamente, necessitamos de todo este conhecimento técnico e de uma bagagem cultural, mas não podemos menosprezar a dura realidade do mercado. No entanto, acredito que o que nos garante uma certa vantagem e nos difere dos demais empreendedores é justamente o conhecimento adquirido ao longo do curso de design.
Com isso, o designer empreendedor possui conhecimento e feeling suficientes para saber o momento adequado para criar e lançar um produto inovador. Através de sua metodologia é capaz de pensar numa forma estratégica para inserir este produto no mercado, a partir da busca de referências, analise do público alvo e o acompanhamento dos resultados.
Fonte: Espaço com Design
A partir desta definição considero que nós designers, somos empreendedores sem saber. Podemos perceber que realmente há muitas semelhanças entre um designer e um empreendedor. Somos proativos, criativos, estamos sempre atentos às tendências e necessitamos de um planejamento para desenvolver nossos projetos. Além disso, temos a opção de sermos autônomos assumindo projetos como freelancer e/ou empresário.
No primeiro período da faculdade, percebi que há inúmeros perfis de designer. Existe o Designer Artista, Designer Editorial, Designer de Moda, Designer de Jóia, e andando por aí, já encontrei até a Designer de Sobrancelha (?). Analisando estes inúmeros perfis, constatei que minha faculdade é bem semelhante a um Jardim Zoológico, havia de tudo naquele lugar. Mas percebi a ausência de uma atração naquele “Mundo Animal”, o braço direito do rei da selva não estava por ali – o designer empreendedor, aquele que usa todo o conhecimento do design e associa com o mundo dos negócios.
A partir desta demanda, iniciei minha busca incessante por aquele profissional que estaria a todo tempo atento às oportunidades e ao mercado em função das suas realizações. Em todos os meus trabalhos desde então, eu associava as características em comum de um designer e um empreendedor. Era perceptível a resistência de boa parte da minha turma e até mesmo de alguns professores, afinal para eles bastava focarmos nos movimentos artísticos e nas novas técnicas de produção.
Concordo plenamente, necessitamos de todo este conhecimento técnico e de uma bagagem cultural, mas não podemos menosprezar a dura realidade do mercado. No entanto, acredito que o que nos garante uma certa vantagem e nos difere dos demais empreendedores é justamente o conhecimento adquirido ao longo do curso de design.
Com isso, o designer empreendedor possui conhecimento e feeling suficientes para saber o momento adequado para criar e lançar um produto inovador. Através de sua metodologia é capaz de pensar numa forma estratégica para inserir este produto no mercado, a partir da busca de referências, analise do público alvo e o acompanhamento dos resultados.
Fonte: Espaço com Design
sexta-feira, 26 de março de 2010
Boca Rica. Spray borrifa ouro e prata comestíveis em alimentos comuns


O Esslack Food Spray foi desenvolvido pela alemã Deli Garage e permite que a pessoa tinja alimentos comuns, como frutas, vegetais ou qualquer outra coisa de dourado ou prateado. O produto é uma lata de spray de ouro e prata comestíveis e dá opção embelezadora para datas comemorativas ou mesas decorativas.
A Deli Garage é uma cooperativa alimentícia sediada em Hamburgo, na Alemanha, e dá apoio para pequenos fabricantes locais de alimentos no desenvolvimento de ações de marketing e design de embalagens. A empresa atua em parceria com o estúdio alemão de design Korefe.
Fonte: Pequenas Empresas
quinta-feira, 25 de março de 2010
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