segunda-feira, 19 de julho de 2010

Designer desenvolve guarda-chuva que filtra água da chuva



Produto eco-friendly economiza água

O Filterbrella é mais uma inovação no campo dos produtos eco-friendly. Esse guarda-chuva, desenvolvido pelo designer especialista em desenvolvimento de produtos sustentáveis Andrew Leinonen,que ainda é um protótipo e está em fase de testes, possui um sistema de captação de água da chuva, conectado a outro sistema de filtros de carvão acoplados à haste do objeto para purificação da água, tornando-a ideal para consumo imediato.
Esse guarda-chuva tem uma estrutura que possibilita que a água filtrada seja consumida na hora, ou armazenada no próprio objeto para consumo posterior. Além de economizar água do meio ambiente, o produto também é biodegradável, sendo feito de um plástico feito de uma mistura de ácidos poliáticos, altamente compostáveis.


Fonte: Pequenas Empresas

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Infográfico com a evolução da bola usada nas copas







Saiu no NY Times

Criatividade na embalagem faz Mars levar Leão de Ouro em Cannes


Para reforçar a lembrança da marca e ter mais visibilidade entre o público jovem, a Mars da Holanda retirou temporariamente o logotipo das suas barras de chocolate. Em troca, colocou à venda cartelas adesivas com letras, acentos e outros elementos da linguagem na mesma tipografia usada tradicionalmente no seu logotipo. Com isso, os consumidores podiam customizar seus chocolates com mensagens na embalagem para presentear os amigos.
A Mars conseguiu um aumento em 4% na preferência pelo chocolate entre o público-alvo, além de criar uma campanha legal e divertida que gerou experiência de marca.
A embalagem valeu à agência FHV BBDO, de Amsterdã, o Leão de Ouro na categoria Design no Festival de Publicidade de Cannes.


Fonte: Embalagem Marca

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Carregadores Elétricos para Automóveis GE










Hoje em dia estamos acostumados com os postos de gasolina, mas no futuro próximo, poderemos começar a encontrar carregadores desse tipo espalhados pela cidade.

sábado, 10 de julho de 2010

O jornal do Vaticano tece rasgados elogios a ‘Toy Story 3’ e à sua lição de amizade verdadeira










O jornal do Vaticano L’Osservatore Romano elogiou a nova produção de Disney-Pixar 'Toy Story 3', por oferecer aos espectadores uma profunda reflexão sobre temas humanos transcendentais e dar uma lição sobre a amizade verdadeira, através da experiência dos brinquedos protagonistas.

Neste terceiro filme, os íntimos Woody o vaqueiro e Buzz Lightyear junto com seus amigos devem enfrentar seu destino. Andy, seu dono, deixou de brincar com eles, já tem 17 anos, irá para a universidade e deve decidir entre enviá-los como doação a uma creche ou desprezá-los.

No artigo titulado "Como se faz um belo filme", o autor Gaetano Vallini considera que Toy Story 3 é "um filme com F maiúscula" e lamenta as críticas de certas feministas americanas que "teriam visto em alguns personagens tendências sexistas e homofóbicas".

"Provavelmente esqueceram-se que quando eram meninas os brinquedos eram apenas objectos através dos quais alguém podia divertir-se e sonhar, duas coisas que esta produção também propõe e caso não chegue a ser considerada uma obra prima, pois pouco lhe faltará", acrescenta Vallini.

O autor elogia a técnica e a qualidade da produção que superou "o severo juízo das crianças e agrada inclusive os adultos", colocando-se ao nível de outros filmes da Pixar que nos últimos anos ressaltaram os valores humanos como "Wall-E", que promove a defesa da vida, e "Up", que em seus primeiros minutos mostra o valor do matrimónio.

Segundo Vallini, Toy Story 3 revela que "a amizade é o verdadeiro vínculo deste improvável mas sólido grupo de brinquedos" e permite que o espectador reflicta sobre "temas importantes, como o valor da amizade e a solidariedade, o medo a sentir-se só ou recusado, o iniludível de fazer-se grande e a força que surge ao sentir-se parte de uma família".

Trata-se, acrescenta de "outro belíssimo filme: uma aventura de grande intensidade emotiva, em que as vivências dos brinquedos, graças à sua capacidade de actuar e pensar como humanos ao puro estilo Disney, convertem-se em uma metáfora útil para falar de sentimentos verdadeiros" sob a famosa frase "Há um amigo em mim", da canção que acompanha Toy Story desde seu primeiro episódio.

(Fonte: ‘ACI Digital’ com adaptação de JPR)

Transformando Fotos em Carimbos


Os impactos da Copa de 2014 no Marketing brasileiro

Com a realização do mundial, a economia deve produzir R$ 142 bilhões adicionais
Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing | 08/07/2010
sylvia@mundodomarketing.com.br


O Mundial da África do Sul ainda nem acabou, mas a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil já representa uma oportunidade para as marcas e para o país, que terão maior visibilidade global. O consumo aquecido e a expectativa de que a economia brasileira produza R$ 142 bilhões adicionais nos próximos quatro anos provam que o campeonato de futebol sediado no país movimentará a estratégia de Marketing de muitas empresas.

Quais são os impactos socieconômicos da Copa do Mundo de 2014 no Brasil? Que desafios serão enfrentados pelo Marketing brasileiro até a realização do mundial? Como garantir os efeitos positivos do evento no país e minimizar os negativos? Quais são as oportunidades e iniciativas para potencializar os benefícios do campeonato para a sociedade, marcas e consumidores?

Essas são algumas das questões avaliadas no estudo Brasil Sustentável – Impactos Socioeconômicos da Copa do Mundo 2014, realizado pela Ernst & Young. Em entrevista ao Mundo do Marketing, José Carlos Pinto, Sócio da Consultoria Ernst & Young, fala sobre as oportunidades encontradas pelos profissionais de Marketing e pelo mercado brasileiro até o mundial de 2014.

Mundo do Marketing: O que motivou esta edição do Estudo Brasil sustentável e como avaliar os resultados apresentados?
José Carlos Pinto: Esse estudo está inserido no programa Brasil Sustentável. A ideia é pensar no país em um horizonte de longo prazo. Desde o ano passado, tomamos a decisão de que um desses estudos deveria estar focado na Copa do Mundo, tendo em vista a percepção de que os impactos seriam bastante substanciais. Fizemos uma avaliação que vai muito além dos investimentos diretos, como construção e reforma de estádios e infraestrutura básica, como aeroportos, rodovias e urbanização de cidades.

Apuramos também quais são os impactos indiretos desses investimentos. Avaliamos a cadeia de produção para mensurar o efeito desses investimentos na cadeia produtiva como um todo e, consequentemente, no consumo. O resultado disso tudo deu um número importante para a economia como um todo: a injeção na economia de R$ 142 bilhões, evidentemente com escalas diferenciadas nos diversos setores.

Mundo do Marketing: Quais são esses impactos socioeconômicos?
José Carlos Pinto: Do ponto de vista de impactos econômicos, temos a oportunidade de receber tanto capital nacional da iniciativa privada, como de investimentos internacionais, que só ocorrerão em decorrência da organização da Copa do Mundo. São investimentos diretos que, de fato, gerarão legados, como estádios, aeroportos, rodovias e urbanização das cidades-sede. Iniciativas que serão aceleradas ou feitas em uma intensidade maior em função do mundial.

Do ponto de vista social, é a oportunidade de gerar um volume de empregos bastante representativo, o equivalente a 3,6 milhões de empregos por ano. Isso insere na economia formal e no mercado de trabalho um conjunto de profissionais que não tinham qualificação ou oportunidade de capacitação.

Mundo do Marketing: Como estes impactos podem influenciar a estratégia de Marketing das empresas patrocinadoras?
José Carlos Pinto: Segundo o estudo, o principal investimento é de mídia, previsto em torno de R$ 6,5 bilhões. Levamos em consideração análises de Copas anteriores, principalmente a da Alemanha e a da África, que ainda está produzindo efeito e não tivemos todos os dados disponíveis. Já observamos nesta Copa de 2010 que as empresas brasileiras são patrocinadoras da FIFA e não apenas da CBF. A cota de patrocínio está aumentando e o nível de publicidade é crescente em comparação às Copas anteriores.

As empresas brasileiras, de uma forma geral, aproveitarão para fazer um investimento relevante voltado para a Copa do Mundo, que é o evento que mais atrai a atenção global. As marcas que precisam aparecer do ponto de vista global utilizarão esse canal para investir diretamente na Copa ou indiretamente em outras possibilidades.

Mundo do Marketing: Como o Marketing poderá contribuir para a imagem da marca “Brasil” internacionalmente?
José Carlos Pinto: Existe algo que chamamos de “atmosfera da Copa” e isso deve ser capitalizado desde já, não só no país, como em cada município que receberá os jogos. Há um grande comitê organizador e diversos outros em cada uma das 12 cidades sedes, em nível municipal e até estadual.

Nossa recomendação é que os comitês locais iniciem desde já a definição de seus planos de Marketing. Serão necessárias ações que consigam comunicar, mostrar e fortalecer a imagem do local, como festas e manifestações regionais e culturais. Como vender a imagem da cidade e da região e como capitalizar em torno disso. Isso será responsável por promover o turismo, por exemplo.

Mundo do Marketing: E quais os desafios para as marcas?
José Carlos Pinto: Os investimentos devem estar muito mais concentrados no período de 2014, mas as empresas devem iniciar estudos sobre como investir, criar produtos e ações de Marketing desde já. Existem muitas restrições para vincular a marca à Copa do Mundo, mas muito pode ser feito. Esse é o grande desafio.

Mundo do Marketing: Quais são os segmentos que serão mais beneficiados com a Copa?
José Carlos Pinto: Sem dúvida a construção civil. Em alimentos e bebidas há empresas que querem expor sua marca mundialmente, como a Seara fez neste último mundial. Há também uma demanda por prestação de serviços especializados que só existem por causa da Copa. Consultorias, empresas especializadas e organizações internacionais estão se instalando no Brasil exclusivamente para a prestação de serviços com foco em grandes eventos esportivos.

Não podemos esquecer do turismo de uma forma geral. A hotelaria terá um impacto muito grande, hotéis receberão investimento e serão ampliados. Além disso, o Brasil receberá um International Broadcast Center (espaço para transmissão de rádio e televisão de um determinado evento), o que consome milhões em investimentos. Cada cidade sede também terá um centro de mídia e milhares de profissionais do exterior virão trabalhar no mundial.

Mundo do Marketing: Que oportunidades a Copa oferece para as marcas nacionais?
José Carlos Pinto: Vinculando a marca a esse tipo de evento, as empresas brasileiras terão um nível de exposição nacional alto, porque estamos falando de 12 cidades que são bastante representativas, da paixão brasileira pelo futebol e do aumento da demanda por consumo. Há um conjunto de potenciais benefícios. Alguns deles geram aumento imediato de receita, enquanto outros melhoram o posicionamento da marca, seja nacionalmente, como também internacionalmente.

O Brasil vive um momento relativamente recente de construção de organizações globais. Grandes companhias brasileiras querem se internacionalizar. Quando vincula a marca à imagem de um país que não é muito sólida, o esforço é maior para que ela se torne importante no cenário global. A Copa no Brasil é uma oportunidade de dar visibilidade global às marcas, como aconteceu com alguns produtos da Ambev e com a Seara na Copa da África do Sul. Se as empresas aproveitarem os benefícios desse investimento, o retorno será garantido.

Mundo do Marketing: Qual será o perfil dos consumidores nesta Copa?
José Carlos Pinto: O consumo já começa a existir e toda cadeia será afetada. No período da realização do evento, temos a expectativa de que cerca de 3,3 milhões de ingressos serão vendidos. O público que assistirá aos jogos já é um número bastante significativo. Mas tem o fator multiplicador. Muita gente não vem, necessariamente, para ver as partidas. Há os acompanhantes, os prestadores de serviços e toda movimentação local. Na Copa da Alemanha, por exemplo, foram três milhões de ingressos vendidos para os jogos e 18 milhões de pessoas participando de eventos como o FIFA Fan Fest. Isso tem um efeito de atração de pessoas e, consequentemente, de consumo significativo.

Mundo do Marketing: Como coibir ações de guerrilha?
José Carlos Pinto: O estudo não cobriu especificamente este assunto, mas é um tema de grande preocupação. A FIFA é extremamente atuante e preventiva em coibir esse tipo de ação, junto com a CBF. Desde o início, há uma preocupação em evitar que esses problemas ocorram e não simplesmente cobrar uma indenização depois. Existem regras preventivas que ainda estão em fase de ajuste e farão parte das garantias governamentais brasileiras, desde questões tributárias e alfandegárias, até em relação à propriedade da marca. Com a criatividade do brasileiro, certamente os problemas acontecerão, mas temos que ter um batalhão de choque para coibir rapidamente e fazer valer a força da lei. Para isso, temos instrumentos legais.

Mundo do Marketing: Quando a Copa 2014 deve começar para o Marketing no Brasil?
José Carlos Pinto: A minha recomendação é de que comece desde já, dosando investimentos e planejando de forma adequada. Com o conceito de “atmosfera da Copa” e a criatividade do profissional brasileiro, há oportunidades para que o Marketing brasileiro pegue carona e comece a planejar, identificando ações efetivas e fazendo investimentos adequados. Evidentemente, os maiores investimentos serão concentrados em 2014, mas existe um conjunto significativo de eventos que acontecerão até 2014, como a Copa das Confederações. O foco do mundo estará voltado para o Brasil no que se refere a futebol e à Copa do Mundo nos próximos quatro anos. Podemos esperar até 2014 para fazer barulho, ou começar desde já.



Fonte: Mundo do Marketing

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A sutil diferença entre persistência e teimosia

Num seminário com mais de 600 empresários uma discussão tomou conta dos participantes. Eles me perguntavam: até quando você deve persistir com uma idéia, com um negócio ou com uma empresa, antes de desistir?

Foram inúmeros os depoimentos de empresários que persistiram muito – chegaram a "quebrar" mais de uma vez – antes de vencer e conseguir sucesso. As dificuldades, por eles relatadas, foram imensas. Houve momentos em que eles estavam querendo "jogar a toalha" e desistir. Não viam saída alguma para o "buraco" em que estavam....

Numa análise mais profunda que fizemos com eles próprios, tendo como base os exemplos de vida concreta de cada um, fizemos com que eles percebessem que a persistência – que os fez vencedores – foi muito mais com o método de trabalho, com a força da vontade, com a busca de caminhos alternativos, do que uma teimosia em repetir, sem parar, a mesma coisa, com os mesmos erros, com as mesmas pessoas até dar certo. Eles não desistiram frente aos obstáculos, mas buscaram alternativas válidas, pessoas mais experientes, mercados mais disponíveis, formas mais simples – até que atingiram seus objetivos.

Depois que os fiz ver a diferença entre persistência e teimosia eles próprios passaram a relatar – pela própria experiência – que enquanto foram teimosos não tiveram sucesso. Enquanto insistiram nas mesmas fórmulas, com as mesmas pessoas, com os mesmos parceiros de insucesso, só viam o fracasso crescer, o buraco aumentar. Os vencedores são persistentes, mas não são teimosos. Percebem quando mudar, como mudar, com quem prosseguir num novo caminho. Não ficam "dando murros em ponta de faca" como diz o ditado. Mudam com rapidez. Mudam com determinação. Porém são persistentes na vontade, no querer, na visão de sucesso, na busca de alternativas, na busca de companheiros e parceiros leais. Erram muito, são enganados, passados para trás muitas vezes. Mas não se deixam abater e contabilizam isso tudo numa conta de "experiência" que os faz ainda mais fortes.

E nós, o que somos? Persistentes ou Teimosos? Lembre-se que o mundo é dos persistentes e não dos teimosos.

Nesta semana, pense nisso. Boa Semana. Sucesso!


Fonte: Anthropos