quarta-feira, 30 de junho de 2010

A embalagem que fez a diferença


Investimento em design fez as vendas do produto crescerem 49% em um ano

Por Katia Simões
Em 1971, o Laboratório da Aeronáutica, do Rio de Janeiro, criou o Clor in, uma pastilha especial para higienizar água e alimentos. Por anos o produto foi de uso exclusivo das Forças Armadas até que, em 1989, foi vendido para a Acuapura, empresa carioca que fez da pastilha seu carro-chefe. “Concebido sem apelo comercial, a embalagem do Clor in não traduzia os atributos do produto”, diz João Pedro Cabral de Menezes, 31, há três anos no comando da empresa da família. Segundo ele, o grande problema era o visual da embalagem, semelhante a uma caixa de remédio, que só faltava ser acompanhada por uma bula.

Disposto a ganhar espaço no varejo, Menezes decidiu começar pelo redesenho da embalagem, a fim de que o produto chamasse a atenção nas gôndolas dos supermercados sozinho, sem a ajuda de promotoras. O projeto encomendado à BMS Design custou R$ 30 mil e deu roupa nova às pastilhas Clor in 10, indicadas para higienizar alimentos em uso doméstico, sem deixar resíduo e dispensando a necessidade de enxágue após o tratamento; e o Clor in Post Mix Food, usado para higienizar frutas, legumes e verduras em grandes quantidades, além da limpeza de chapeiras, máquinas de gelo e de sorvete.


As embalagens antes e depois de serem redesenhadas pela BMS Design: mudança provocou aumento de 22% no faturamento da Acuapura

Foram nove meses de trabalho, entre a concepção do novo visual das embalagens e a aprovação pela Anvisa. Distribuídas em 150 pontos de venda no Rio de Janeiro, as pastilhas tiveram um salto nas vendas. Subiram de 9 mil para 13 mil unidades mensais, num incremento de 49% ao longo de 2009. “O faturamento cresceu 22%, chegando a R$ 1,5 milhão no ano passado”, diz Menezes. “O design foi fundamental para dar um ar moderno a um produto clássico e ao mesmo tempo fazer com que o consumidor soubesse como usá-lo apenas com as explicações apresentadas na caixa. Tudo muito simples.”

Para 2010, a ideia e ganhar o varejo paulistano e lançar um novo produto específico para limpeza de caixas d’agua e cisternas. “A novidade nos permitirá ocupar espaço em outros pontos de venda, como casas de material de construção, home centers e até lojas de piscinas”, avalia o empresário.

Fonte/ Pequenas Empresas & Grandes Negócios

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Bom Humor no Trabalho

Bom Humor no Trabalho
"O bom humor é um dos melhores artigos de vestuário que se deve usar em sociedade.” (William Makepeace Thackeray)


Quem suporta trabalhar em um ambiente, onde as pessoas vivem de mau humor, entediadas e sem motivação?


Na busca por ambientes de trabalho mais harmônicos, as empresas estão, cada vez mais, procurando contratar profissionais capacitados e de bem com a vida.


É cientificamente comprovado que o bom humor pode trazer inúmeros benefícios para nossas relações de trabalho e familiares, pois, diminui a fadiga, une a equipe, aumenta a produtividade e abranda o estresse. Estimula a produção das substâncias responsáveis pela sensação de prazer, além disso, ainda propicia maior fluência de idéias e decisões mais criativas e nos dá mais disposição para encarar os desafios diários.


Na rotina diária das pessoas, é difícil manter o bom humor, já que existe a necessidade de ter que enfrentar o trânsito para fazer visitas, participar de reuniões desgastantes, ter que mostrar resultados positivos devido a grande concorrência do mercado e muito mais fatores estressantes que tiram o bom humor das pessoas, tornando-se cada vez mais necessário, manter o autocontrole emocional e melhorar sua autoestima para obter bons resultados e aperfeiçoar seu desempenho profissional.


Os líderes que possuem bom humor, conseguem manter um ambiente descontraído e assim se fortalecem perante sua equipe e exercem uma liderança mais eficaz, além disso, o bom humor pode ser usado para resolver e diminuir conflitos existentes no ambiente de trabalho, além de motivar os funcionários.


Quando se passa uma mensagem com humor, ela é recebida mais amistosamente, e tem o poder de desviar a atenção do conflito e mudar a maneira como ele é interpretado. Porém, é preciso saber dosar o uso das brincadeiras, e existem momentos em que o humor deve ser deixado de lado e usar a seriedade.


Muitas vezes desistimos de nossos objetivos por considerarmos só as dificuldades encontradas, mas se olharmos com bons olhos e positivamente, o que parece ser algo muito difícil pode ser tido como um novo desafio e quando finalizado só nos trará prazer por termos superado as dificuldades encontradas.


Por vezes, um comentário inteligente, assim como uma boa piada caem como uma luva, no momento certo. Precisamos, no entanto, ter alguns cuidados para saber exatamente que momentos são esses, especialmente no ambiente de trabalho, esse cuidado deve ser redobrado.


É preciso ter cuidado para não nos tornarmos pessoas chatas ao invés de bem humorada, e não confundir bom humor com falta de bom senso. Temos que saber quando e com quem brincar, analisar se o conteúdo da brincadeira não é algo preconceituoso, e se as piadas não envolvem opções sexuais, doenças, mulheres, negros, religiões ou diferenças culturais, por ser de péssimo gosto.


Assim sendo, encare a vida com bom humor. Desta forma você só tem a ganhar e como diria Charles Chaplin: "Através do humor nós vemos no que parece racional, o irracional; no que parece importante, o insignificante. Ele também desperta o nosso sentido de sobrevivência e preserva a nossa saúde mental."


Por. Ricardo Dorés

Wallnut Studio







sexta-feira, 18 de junho de 2010

Marcas para inspirar





















Revista Top Of Mind Estadual divulga marcas mais lembradas pelo consumidor ao ir ao supermercado

Avaliando setores alimentícios, de bebidas, produtos de limpeza, cuidados pessoais e produtos descartáveis, a publicação se diferencia pela recente pesquisa realizada com consumidores do Estado de São Paulo e por ser a única que leva esta informação aos profissionais do varejo

Qual a marca que vem a cabeça do consumidor quando o assunto é cerveja ou detergente líquido? Estas e outras 84 categorias de produtos comercializados no varejo supermercadista do Estado de São Paulo foram pesquisadas e analisadas nos últimos dois meses pela Revista Top Of Mind Estadual 2010, que, com este material denso e atualizado, será lançada neste mês pela Ombrello Editora.

A pesquisa, realizada pelo IPESO (Instituto de Pesquisa), teve como base mais de 800 entrevistados - divididos de acordo com idade, sexo, faixa etária, classe sócio-econômica, escolaridade, entre outras características. A publicação também traz algumas surpresas com relação às novas marcas e mostra que outras realmente fazem parte do imaginário do paulista.

A publicação, que terá tiragem de 12 mil exemplares, será distribuída a toda cadeia decisória das empresas supermercadistas do Estado, no intuito de oferecer subsídios sobre quais marcas são as preferidas do consumidor e assim promover informações que ajudem os empresários e diretores na hora de decidir por produtos, marcas e fornecedores.

A pesquisa realizada entre os meses de abril e maio deste ano é comprovadamente o retrato do que o consumidor tem em mente sobre as marcas de bens de consumo não duráveis, que encontram nas prateleiras. Segundo Victor Trujillo, diretor do IPESO, "a amostra de mais de 800 respondentes apresenta um nível de confiança de 95% e uma margem de erro de apenas 3,5%, o que assegura a credibilidade e a segurança no uso das informações publicadas".

Para Sergio Molinari, sócio da Ombrello Editora e publisher da Revista Top Of Mind Estadual, "para o varejo, conhecer o que está na mente dos consumidores em cada categoria irá contribuir com as organizações a melhorarem seus resultados e a satisfação de seus clientes. Já que aprimorará sua gestão em atividades, que são a essência do varejo, como mix de marcas, exposição de produtos, promoção, gerenciamento de categorias e relacionamento com fornecedores". Molinari acrescenta que "após mostrar os 86 líderes de cada categoria, o mercado passa a se conhecer melhor, analisar e até adotar práticas que deram certo em outras empresas. Um exemplo disso vem da consolidação em patamares importantíssimos de marcas consagradas, como Hellmann's e União.

Outros destaques e curiosidades chegam da consolidação de preferência das marcas em mercados altamente competitivos, como Pullman (em pães industrializados), Ypê (em detergentes líquidos), Doriana (que retorna à liderança em margarinas), Vanish (que se posiciona cada vez mais em alvejantes), Parmalat (que lidera fortemente em leites), etc".

Um fato curioso vem do outro lado da análise, no qual há casos de categorias que ainda não possuem grande penetração ou conhecimento do consumidor. Sendo assim, a menção "não sei" (representando a dúvida por parte do consumidor) é maior do que a menção da própria marca preferida, como em lenços de papel, alimentos para gatos, desodorizadores sanitários, água de coco, entre outras.


Fonte: Revista Making Of

Posters Design










quinta-feira, 17 de junho de 2010

Joe Satriani - Satch Boogie

Andy Warhol, católico devoto


Tornou-se famoso como um dos grandes ícones da arte moderna, nomeadamente a chamada Pop Art, mas menos conhecida é a faceta devotamente cristã de Andy Warhol.

Uma exposição chamada “Andy Warhol: the last decade”, inaugurada nos Estados Unidos, que se debruça sobre os últimos dez anos da vida do artista, realça este aspecto da sua vida e dá destaque às muitas obras de arte religiosa que criou.

Entre estas, encontram-se centenas de versões da última ceia e um grande painel com 112 retratos de Cristo.

“Só os seus amigos mais próximos sabiam que era um homem religioso que ia frequentemente à missa”, explica Sharon Matt Atkins, uma das responsáveis pela exposição que está patente no museu de Brooklyn.

De facto, Andy Warhol não só era católico como pertencia a uma Igreja Católica oriental - a Igreja Católica Bizantina Rutena - constituída, principalmente, por europeus de leste de etnia rutena, ou rusyn como são também conhecidos.