domingo, 28 de fevereiro de 2010

Evento=Relacionamento + Comunicação + Prospecção + Venda

Marcas que fazem seus próprios eventos mostram que a ferramenta é um sucesso de bilheteria cada vez mais necessária para conquistar clientes

A virada do século XX para o XXI impôs diversas mudanças na forma de vender e de se fazer Marketing. A explosão das mídias, a inclusão de um novo consumidor no mercado e a alta competição entre as empresas são apenas três exemplos que mostram como vender ficou muito mais difícil. Com produtos cada vez mais parecidos e uma publicidade sem diferenciais e criatividade, a experiência passou a ser uma saída para a ativação de produtos e relacionamento com o consumidor.

Existem diversas formas de promover experiência, como no ponto-de-venda e até mesmo em um produto, mas nos últimos 20 anos ficou cada vez mais usual investir em eventos para seduzir e conquistar o cliente. Exemplos não faltam. Vão desde a Coca-Cola até os parques da Disney, passando por Audi, Ambev, Editora Abril, Unilever, entre muitos outros. E aqui vamos falar de casos de sucessos.

Os eventos a serviço das marcas começaram com o Hollywod Rock e o Free Jazz Festival. Depois, veio o grandioso Rock in Rio e o badalado Camarote da Brahma. Até hoje, eles são os grandes benchmarks do setor chamado de eventos proprietários. Todos, inclusive, viraram marca e ganharam diversos primos, como Coca-Coca Vibe Zone, Nokia Trends, Skol Beats - que deu origem a uma cerveja de mesmo nome - e Super Casas Bahia, para citar apenas alguns de uma lista interminável. Eles são grandes e mega eventos, mas há ações que cabem em todos os bolsos e gostos.

Audi é caso de sucesso em vendas
Veja a Audi, que tem uma grande dificuldade para vender seus carros porque tem muitos diferenciais a serem destacados. Os modelos contam com uma infinidade de tecnologias de ponta, consomem menos combustível, poluem menos, têm alta potência, design diferenciado e bancos de couro com 35 mil pontos de costura feitos a mão. Anunciar em 30 segundos na TV ou em página dupla de uma revista? Esqueça. A Audi investe em eventos de experimentação e em relacionamento para conquistar seus consumidores.

Só assim a marca consegue vender seus carros que podem ultrapassar o valor de meio milhão de reais. Foi assim em uma das últimas ações realizadas pela montadora alemã no Brasil. A Audi levou 30 potenciais clientes Vips escolhidos a dedo para estrearem o novo asfalto do Rodoanel Trecho Sul, em São Paulo. Os convidados chegaram de helicóptero ao local e dirigiram o novo modelo Audi A6 3.0 TFSI quattro. Resultado? Dos 30 clientes, 10 já compraram um carro.

Vender é importante, mas vender promovendo experiência é o grande diferencial que a Audi mostrou ser possível realizar. José Victor Oliva, diretor geral da Holding Clube, e reconhecidamente um dos maiores nomes do mercado de eventos no Brasil já nos disse em entrevista que um evento “Transforma consumidores em fãs. Em um cotidiano tão estressante, repleto de opções e com excesso de informação, não há nada mais relevante do que proporcionar experiências de marca para os consumidores, dialogar com ele, trocar com ele, tornar tangíveis os valores e as promessas da marca”.

Eventos inusitados
É isso que as marcas estão procurando fazer cada vez mais. A Brastemp já promoveu mais de 10 edições do BGourmet em diversas cidades brasileiras. O evento de arquitetura e decoração elaborado pela empresa reúne milhares de pessoas em torno de um ambiente forjado pela marca e criado por grandes arquitetos, decoradores e chefs que oferecem suas criações para aguçar os sentidos dos potenciais clientes.

Neste universo de possibilidades infinitas, há até espaço para excentricidades. A Pedigree fez no ano passado uma “cãominhada” em defesa dos direitos dos animais em plena região da Paulista, em São Paulo e, claro, para divulgar sua ação de Marketing “Pedigree Adotar é tudo de bom”. Há também quem faça nevar em pleno Rio de Janeiro a 40°. O Guaraná Antarctica realizou também o Guaraná Antarctica Snowboard.

O evento aconteceu em plena praia de Botafogo e teve uma estrutura de entretenimento de oito mil metros quadrados com uma pista de neve e camarotes para convidados especiais. A competição de Snowboard Sports reuniu 54 atletas numa modalidade conhecida pelas manobras radicais em pista com obstáculos.

Às vezes, vira festa
Ainda recentemente, a Consul levou para o Parque do Ibirapuera mais de 32 mil pessoas no “Viva Consul”. O evento contou com atividades para toda a família e teve como atração principal a apresentação da Orquestra Arte Viva, com os músicos convidados Frejat, Zélia Duncan e Fernanda Takai na plateia do Auditório Ibirapuera.

Além dos shows, as pessoas puderam participar de atividades como pintura facial, escultura em balões, oficina de desenho, cabeleireiro maluco, aulas de yoga, massagem e alongamento, sessões de cinema e oficinas de artesanato e culinária no caminhão Consul. Ou seja, experiência pura.

Um grande evento de uma marca pode mobilizar uma cidade inteira. É o caso do Rock in Rio que se internacionalizou e já promoveu quatro edições em Portugal e na Espanha. Mais recentemente, no Brasil, no Rio de Janeiro, tivemos a Roda Skol, que se integrou a cidade de tal forma que virou cartão postal, como a Árvore de Natal da Lagoa, patrocinada pela Bradesco Seguros. Ela também inspirou a Árvore de Natal do Santander, no Ibirapuera, em São Paulo.

Receita de sucesso
Mais uma vez, a lista de eventos bem sucedidos realizados pelas empresas não tem fim. Podemos adicionar ainda Tim Festival, filhote do Free Jazz, Planeta Terra, Quatro Rodas Experience, Land Rover Experience, Motomix, Häagen-Dazs Mix Music, Red Bull Air Race e ainda correndo o risco de deixar fora da lista uma série deles.

Aqui, a quantidade, e a qualidade destes eventos, mostram que eles são relevantes para as marcas. Inusitados ou não, com altos, médios ou pequenos investimentos, o certo é que um evento em prol de uma marca é cada vez mais mandatório dentro de um mix de Marketing. Com ele pode-se fazer relacionamento, prospecção, divulgação e venda. Tudo num mesmo lugar, ao mesmo tempo, agora. Afinal, o show não pode parar.


Bruno Mello, Editor Executivo do Mundo do Marketing

Aprenda a lidar com as reclamações dos clientes

Qualquer empreendedor com o mínimo de experiência sabe que cuidar da satisfação da clientela é essencial para a sobrevivência da empresa. Agradar o consumidor é importante para tê-lo sempre, além de ser uma ótima estratégia de marketing. Quantas vezes vamos a um restaurante ou loja e não só viramos fregueses como indicamos o local a amigos e conhecidos? O contrário também acontece. Basta ficarmos insatisfeitos com a qualidade do serviço ou produto para nunca mais voltarmos.
Na teoria é fácil agradar, mas nenhum empresário está livre de falhas e quando elas surgem é preciso muito jogo de cintura para lidar com as reclamações dos clientes sem perdê-los para a concorrência.
O primeiro passo para solucionar uma reclamação é saber ouvir. Deixe o consumidor desabafar e procure entender o que houve. É importante manter a calma mesmo se ele for ríspido. Em seguida, deve-se tentar resolver o problema com agilidade.

O cliente reclama que a refeição servida em seu restaurante não está boa? Peça desculpas, explique o que houve, ofereça outra opção ou não cobre pelo prato. Além de ser simpático, é melhor arcar com o prejuízo do que correr o risco de ter o negócio prejudicado.

É claro que é preciso ter bom senso porque nem sempre o consumidor está certo. Suponha que alguém insista em trocar uma peça de roupa muitos meses após a compra. É correto abrir uma exceção? Certamente não. Em situações como esta, o melhor a fazer é conversar e explicar que existe um prazo para troca pré-estabelecido. Se disser com educação, a pessoa irá compreender e ficará mais atenta da próxima vez.

De forma geral, resolver reclamações não é fácil, mas é uma boa oportunidade para aprimorar o atendimento, serviço e produtos oferecidos pela sua empresa.

E você, caro leitor? Como lida com as insatisfações dos seus clientes? Opine!

Escrito por Ana Cristina Chaer Dib Netto

Fonte: Papo do Empreendedor

www.jonaskamber.com










sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Nestlé Cria linha de bebidas

















Querendo atingir o público na faixa de 18 anos, a Nestlé apresentou oficialmente nesta terça-feira uma nova linha de bebidas lácteas. Batizada de Fast, os produtos estão sendo vendidos com as marcas Neston Vitaminas, Nescau e Alpino. A intenção da empresa é oferecer uma opção de bebida saudável às pessoas que costumam se alimentar mal por falta de tempo. Segundo a própria Nestlé, a categoria de bebidas saudáveis cresceu mais de 10% nos últimos anos. As garrafinhas de bebida à base de leite estão sendo produzidas na fábrica da Nestlé em Araçatuba. Com capacidade de produção de 44,5 milhões de litros, a planta já é responsável por outras bebidas achocolatadas. A empresa acredita que 500 novos empregos diretor e indiretos devem ser criados com a novidade.

Clube Nautilus





























































A Pulsar Design desenvolveu a nova marca do Clube Nautilus

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Um Toy para a Rede Graal






























No blog, vocês encontram outros trabalhos.

Leão Ice Tea em lata


A chegada da Leão no grupo Coca-Cola Brasil trouxe novas perspectivas. A Leão é líder absoluta no mercado de chás seco e prontos para beber, com a marca Matte Leão. No Brasil, chá é Leão. Sendo a empresa que mais entende de chás no país, desde 1901, traz toda sua experiência do mercado de chás gelados e agrega em tradição, confiança e qualidade de produto.
O Brasil é um dos mercados com maior potencial de crescimento de chás prontos para beber no mundo. De acordo com o Instituto AC Nielsen, em 2009 foram consumidos 60 milhões de litros, no País. O mercado de chás prontos para consumo cresceu 5,1% entre 2004 e 2009.
Leão Ice Tea pode ser encontrado nos principais pontos de venda do país, nas versões lata, de 340 ml, e PET, de 1,5 litro. As demais marcas da Leão, como Matte Leão, Chá Leão, Green Tea e Leão Guaraná Power.

A criação do material de Ponto de Venda (PDV) leva a assinatura da MDM Brasil.

Oito dicas para quem trabalha em casa

A editora da revista Inc., Leigh Buchanan, trabalha de casa há três anos. Não é só alegria; ela confessa que às vezes se sente sozinha, e que briga muito para ter disciplina e não atrapalhar o trabalho com afazeres domésticos. Mas, de modo geral, tem sido uma experiência interessante. Abaixo, trazemos oito dicas que ela oferece àqueles que forem se aventurar a trabalhar de casa.

“Trabalho de casa há três anos, sem nada pra olhar além da paisagem de montanhas, e sem nada pra ouvir além de esquilos pulando no quintal.” Às vezes fica bem solitário. Sinto falta das conversas aleatórias nos corredores, que fazem surgir ideias inesperadas ou ajudam a formar parcerias. Mas, em geral, trabalhar de casa tem sido uma experiência satisfatória. Consegui me manter produtiva, e a redução no estresse de não ter que atravessar a cidade provavelmente aumentou um ano em minha vida. Para aqueles que vão embarcar nessa experiência de trabalho a distância, ofereço oito dicas para se dar bem.”

1- A linguagem é importante. Nunca diga ‘trabalho em casa’. Diga ‘meu escritório é em casa’, ou ‘trabalho para o escritório a partir de casa’. Além de soar mais profissional, você não entra para a lista de amigos e parentes como aquela-pessoa-que-pode-pegar-meu-filho-na-escola ou outros compromissos.

2- Algumas pessoas gostam de se vestir para o trabalho, mesmo que eles nunca ponham o pé pra fora de casa. Outras gostam de andar pela casa de pijamas. É uma escolha pessoal. Mas se você preferir a última, pelo menos troque de roupa uma vez de dia e de noite. Casual, sim. Sujo, não.

3- Fale com alguém do trabalho pelo menos uma vez por dia. Longos momentos de silêncio são angustiantes. Após três dias, eu fico me sentindo uma criança num acampamento: preocupada de que na minha ausência, eles terão mudado de casa sem me dizer. Melhor falar com gerentes, que sabem da situação geral.

4. Fofocar, navegar na internet e comprar uma coisinha durante o almoço são maneiras saudáveis de desanuviar a cabeça do ambiente barulhento, do café ruim e da cadeira desconfortável comuns ao trabalho. Apesar de em casa haver mais silêncio e conforto, não dá pra trabalhar oito horas sem parar. Então faça coisas úteis como pausa: lave roupa, varra o chão, faça um exercício (somente se você não gostar de se exercitar; se for divertido, você vai se distrair).

5- Se você tem filhos, explique a eles que quando sua porta estiver fechada, eles não devem incomodá-lo. Se eles não obedecerem, diga que se eles interromperem seu trabalho você vai perder os seus prazos, vai ser demitida, a família vai viver na rua e você vai vender seus brinquedos para comprar comida.

6- Galinhas adorariam trabalhar das 4h às 13h; as corujas, das 15h à meia-noite. Mas lembre-se de que alguns compromissos, ligações e conferências podem ser fora de seu horário de preferência. É tentador criar uma rotina adaptada ao seu organismo; mas é melhor se basear nos horários em que o mundo exige que você esteja disponível.

7- Em casa, temos três telefones: uma para a família, um para as crianças e um para as ligações de trabalho. Tenha um aparelho somente para o trabalho, assim você não corre o risco de alguém atender desavisadamente (‘Ei, mãe, é um tal de Steve Jobs, posso dormir na casa do Lucas?’), e você pode atender no modo profissional (‘Aqui é Leigh Buchanan’) e pessoal (‘Que foi?’).

8- Tenha uma cafeteira boa. A minha é uma Saeco Incanto Sirius, que faz um espresso fenomenal, mesmo tendo esse nome que parece saído de um livro do Harry Potter.



Fonte: Papo de Empreendedor