sexta-feira, 31 de julho de 2009

Design de Capa de Revista


























Capa da edição ouro da Revista Moeda Viva

A primeira lata de cerveja da história









Em 1935 foi lançada nos Estados Unidos a primeira lata de cerveja do mundo, uma Krueger. Cilíndrica, como as latas de conserva de alimentos, precisava ser aberta com abridor de corte ou receber dois furos grandes para ser consumida. Atento à conveniência do consumidor, mais tarde o fabricante substituiu-a por uma lata com abertura tipo crown, como a das garrafas de vidro.

John Walker: edição limitada e garrafa de 3 mil dólares









































A Diageo apresentou na última sexta-feira o uísque escocês John Walker, uma ultra-limitada edição do uísque Johnnie Walker Blue Label. Foram produzidas apenas cinco garrafas. A primeira delas está em exposição no Aeroporto Internacional de Changi, em Singapura. A venda é feita em um leilão, e o preço mínimo é de 3 mil dólares. Os lanes estão abertos desde a última sexta-feira (24/7) e poderão ser dados por duas semanas, em envelopes fechados.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Coca-Cola apresenta refrigerante de leite


A Coca–Cola vai apresentar em breve seu mais novo produto: leite efervescente. A bebida irá misturar leite desnatado com água gaseificada, será aromatizada com frutas e adoçada com açúcar. O produto foi desenvolvido no laboratório da empresa em Atlanta (EUA). O refrigerante será acondicionado em garrafa de alumínio.
Batizada de Vio, a bebida terá quatro sabores: Tropical Colada (abacaxi), Very Berry (frutas vermelhas), Citrus Burst (frutas cítricas) e Peach Mango (pêssego e manga). A Coca-Cola já começou a testar a comercialização do produto entre consumidores dos EUA.
O lançamento faz parte da iniciativa da Coca–Cola chamada Projeto Vida, que visa desenvolver projetos à base de leite. A intenção é que o Vio possa ser vendido como opção de bebida saudável. A novidade será lançada primeiro nos Estado Unidos e, se bem sucedida, estendida a outros países.

Cartões de Visita








Design Gráfico



















































Exemplo de um design orgânico e de bom gosto.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Marca
































Pelo menos a Pepsi está tentando, porque comparando as duas primeiras marcas ela parece ter sabor de arame farpado.

Artigo

Por Thiago Terra, do Mundo do Marketing | 27/07/2009
thiago@mundodomarketing.com.br


A aparência de um ponto-de-venda pode resultar em compra e, por isso, o varejo investe cada vez mais em design para que tudo fique mais bonito aos olhos do consumidor. Tudo vale para influenciar a decisão de compra e nada melhor que um produto bem exposto, com recursos tecnológicos e criatividade para gerar vendas. Apesar de estudos feitos para entender e perceber a lógica que motiva o consumo, cada pessoa absorve e reage de acordo com suas emoções e a história contada pela marca dentro e fora do ponto-de-venda.

No primeiro momento, um ambiente bem decorado atrai o consumidor para a loja. Ao se sentir bem no local, é maior a probabilidade dele permanecer mais tempo observando os produtos até que encontre algum item que o agrade. Além disso, o serviço oferecido pela loja também faz parte do pacote para encantar o consumidor, fazendo com que ele queira levar para casa um “pedaço” do ponto-de-venda – ou da marca – para casa.

A experiência com a marca está ligada ao Marketing promocional que no Brasil, em 2008, movimentou R$ 27 milhões, número 17,4% maior que o ano anterior. Para 2009, a Associação de Marketing Promocional (Ampro) estima um crescimento de dois dígitos. Desta forma, os pontos-de-venda estarão cada vez mais chamativos e inseridos no conceito de uma marca usando o design como diferencial competitivo.

Concorrência X experiência
O design no ponto-de-venda pode aumentar as vendas de uma empresa e isto já não é novidade para a MChecon, empresa especializada em montagem de estande e cenografia. Segundo o presidente Marcelo Checon, é no ponto-de-venda que está a verdadeira briga com a concorrência. “É para lá que se convergem todos os esforços de Marketing, que também trabalha com estímulo, e o visual conta muito neste momento. Travamos uma verdadeira batalha pela mente do consumidor”, conta em entrevista ao Mundo do Marketing.

Um bom exemplo da importância do design para um ponto-de-venda é numa feira de marcas de um mesmo segmento. “É fato que ganha atenção do cliente a marca com o estande mais criativo, desde a entrada até os elementos de sua estrutura e também a sua localização. As pessoas param para ver, degustar e acabam comprando mesmo”, acredita Checon.

O design gera atratividade principalmente se oferecer inovação tecnológica e levar o consumidor a um novo patamar de experiência. Desta forma é mais fácil reforçar a identidade de marca e o branding da empresa. “O design tem característica de ser lúdico, de gerar entretenimento. Nas últimas décadas o consumidor percebe mais o que é atrativo, estético, e começa a entender essas características de um bom design como o desenho do objeto, a arquitetura da loja e o conforto”, explica a professora da ESPM, Heloísa Omine (foto), ao site.

Vitrine compõe visual diferenciado
Até o dia 29 deste mês, a loja Opaque Parfums & Cosmétiques do Shopping Pátio Higienópolis oferece uma vitrine interativa para o lançamento do perfume Hugo Element, da Hugo Boss. Lançada primeiramente só no Brasil, a vitrine possui tecnologia que realiza mudanças visuais de acordo com os movimentos feitos em frente a ela. “Temos a preocupação de promover experiência e percebemos uma oportunidade diante de vitrines que seguem padrões. As pessoas olham com outros olhos para uma loja multimarcas que consegue a diferenciação no pontos-de-venda”, afirma Andréa Olim, Gerente de Marketing da Opaque Parfums & Cosmétiques.

Com esta iniciativa, o departamento de Marketing da Hugo Boss no Brasil percebeu a oportunidade de se diferenciar em um ponto-de-venda marcado pelas regras e padrões habituais. “O lançamento de perfumes em lojas normalmente seguem regras. A vitrine de Hugo Element foi uma decisão local da maca Hugo Boss no Brasil”, diz Andréa. Heloísa Homine define uma boa estratégia no ponto-de-venda através de investimentos como este. “O cliente quer se sentir bem no ambiente de compra permanece mais tempo e assim é maior a chance dele achar algo que goste. Se a loja me tratou bem e me surpreendeu levarei um pedacinho dela comigo”, reforça a especialista da ESPM.

A experiência lúdica e inédita aos clientes da Opaque não para na vitrine. Durante o período em que a vitrine ficará na loja, o consumidor será impactado também pelo sistema de Bluetooth. Através de mensagens para os aparelhos habilitados que passarem pela loja, o consumidor poderá retirar uma amostra do Hugo Element no local.



Diferenciação a olho nu
A imagem de uma marca também se faz no ponto-de-venda. Esta ferramenta é capaz de fazê-las obter um diferencial com relação a empresas concorrentes, principalmente os PDVs multimarcas. “Quando penso em uma bandeira do varejo crio uma imagem desta bandeira. E esta imagem é baseada no propósito do que a empresa propõe como preço competitivo, diferenciação, estrutura, entre outros”, conta Heloísa, que destaca o bom trabalho realizado por empresas multimarcas quanto ao ambiente do ponto-de-venda.

Segundo a especialista, é preciso mostrar para o consumidor que ele está subindo um degrau de conhecimento da marca ao entrar na loja. Para isso, usar recursos como o merchandising é uma forma de atrair o consumidor pelos olhos. “Depois desta etapa completa, podemos trabalhar com os outros sentidos. O design de um ambiente deve ser feito para expor melhor o produto e destacar suas características”, ensina a professora da ESPM.

Citar pontos-de-venda originais e criativos já é praxe quando se discute as estratégias voltadas para os estabelecimentos. O emprego de displays estimula o conhecimento e as vendas de marcas que não são líderes em suas categorias e nota-se que as pessoas estão abertas à informação. “Nessa hora vale tudo. Algumas cores chamam a atenção no PDV, mas saber trabalhá-las é essencial. Não se pode correr o risco de ficar cafona”, aponta o presidente da MChecon, que já desenvolveu projetos de ponto-de-venda para empresas como WalMart, Samsung, Sony, Esso, Gafisa, Tim, entre outras.



Cresce importância do design no PDV
O investimento em design como diferencial no ponto-de-venda está crescendo assim como a percepção de que se trata de um canal de comunicação. “Os pontos de contato digitais começam a adotar características do ponto-de-venda. As empresas entenderam que precisam levar para o PDV a mesma imagem e promessa usada nos outros canais”, diz Heloísa ao site.

Na hora da compra, o PDV pode fazer a diferença, pois é ali que o consumidor vai analisar os benefícios em adquirir um produto ou serviço. “Podemos fazer uma apresentação correta, mostrando todos os benefícios e um preço compensador. O que não sabemos é como o consumidor toma a decisão de compra. Temos pouco controle sobre o processo de compra e o resultado final, mas o ponto-de-venda pode interferir no processo”, acredita Marcelo Checon (foto).

Para Heloísa, o conhecimento aprimora a forma de compra e o ponto-de-venda está começando a oferecer este tipo de experiência ao consumidor. Nas lojas de cosméticos, por exemplo, o cliente entra para buscar a solução de um problema e espera que a loja esteja preparada para atendê-lo. “A consumidora espera poder mexer nos produtos e nada deve impedir sua aproximação deles. Além disso, o atendente faz parte do ponto-de-venda e deve tirar as dúvidas. Mas caso não tenha atendimento, o PDV hoje oferece telas interativas e explicativas”, completa a professora da ESPM.

Embalagens







segunda-feira, 27 de julho de 2009

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Folder para o Consulado da Venezuela






















Acabamos de desenvolver um folder comemorativo do 226º Aniversário natalício de Simon Bolívar para o Consulado da Venezuela.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Um site é apenas a ponta do Iceberg

Por Felipe Morais*

Os estudos marinhos comprovaram que aquelas montanhas de gelo que vemos sobre a água, nos mares gelados dos pólos, são apenas as pontas dos famosos Icebergs. Eles são muito maiores embaixo da superfície marinha do que aparentam. Essa informação, muito usada pelos navegadores, me inspirou a escrever esse artigo. Afinal, se a grande parte de um Iceberg está fora da água, é porque a sua grande massa está submersa sustentando o pico de gelo visível. E será que na web isso também não ocorre?

Em diversos artigos no meu blog (plannerfelipemorais.blogspot.com) eu defendo que há 10 anos a presença digital de uma marca era um site, que nada mais era que um folder digital. Uma produtora era contratada, fazia um site básico e pronto! Hoje essa presença é muito mais do que isso, uma marca está nas Redes Sociais, no Twitter, no YouTube, precisa estar bem posicionada no Google, estar na home dos portais, em artigos, nos blogs, em fóruns, em games, em salas de bate papo, no celular. Enfim, o mundo digital hoje é muito amplo e as marcas estão sendo distribuídas por ai.

Se alguma marca que não acredita que web funciona decidir que não quer estar lá, infelizmente devo dizer que é tarde demais, pois essa marca já está! Se não foi o marketing do anunciante que a colocou na web foi algum usuário e outras pessoas que o seguiram. Essas outras pessoas são seu grupo de amigos que o seguem e são influenciadas por ele em compras. Mas as marcas estão prontas para trabalhar com isso? Estão preparadas para entender esse novo usuário e como fazer com que ele se torne fã da marca ou se tornem engajados – termo que ganhou força com a web 2.0? Não acredito.

O marketing da Chevrolet – por exemplo - está acostumado a ter controle total da marca na mídia. Ele sabe quantos comerciais comprou na TV Globo, quais programas, que horas exatamente vai passar; ou quando a Globo vai exibir. Sabe que comprou a página 2 e 3 da Revista Veja edição 0001 da semana de 28 de janeiro; que comprou um outdoor na Avenida Ibirapuera, altura do número 3000, quase esquina com a Rua Cotovia. Enfim, a agência da Chevrolet tem o controle total de onde está a marca. Na web não.

A Chevrolet talvez nem tenha conhecimento de que eu, Felipe, escrevi o nome dela aqui nesse artigo. Falando dos seus carros ou não, estou fazendo uma propaganda gratuita nesse artigo e nesse site, não estamos sendo pago para isso.

Qualquer divulgação é mídia, é propaganda. A TV Globo também está aparecendo aqui gratuitamente. E quantas pessoas vão acessar esse artigo? Algumas pessoas. E será que ao menos uma delas está interessada em comprar um carro, vai ler Chevrolet aqui nesse artigo, se lembrar, entrar no site da marca e comprar um Vectra, por exemplo? Não sei, mas se a Chevrolet fizer um trabalho bem feito de métricas, é muito provável que descubra isso.

Esse parágrafo acima foi apenas para ilustrar o que eu quero dizer sobre a web: as marcas estão “nuas”. As pessoas criam um blog e escrevem o que querem sobre a Chevrolet, Nike, Motorola, Coca-Cola, IBM, Halls, qualquer marca . As pessoas abrem comunidades no Orkut, Facebook, MySpace dizendo: “Eu amo o Chevrolet Vectra” ou “Coca-Cola dá celulite” e as marcas não têm o menor controle sobre isso. Jamais terão, mas devem começar a entender a web e saber como trabalhar com isso.

As marcas têm que estar na web! E com forte presença, aliás fortíssima! Não apenas com banner na home do IG ou acreditar que porque uma pessoa criou a comunidade “Doritos de 20kg” que isso é presença digital; isso é o básico! É preciso saber trabalhar a marca, entender o consumidor, entender como ele age, como ele compra, como ele lê, como ele é influenciado ou influencia e, nesse quesito, puxando a sardinha para o meu lado, o profissional de planejamento estratégico digital é fundamental. Cabe a ele mostrar aos anunciantes que o site www.marca.com.br é apenas a ponta do iceberg, por isso ela estando apenas ali não dará resultados: estarão fadados à derrota.

Hoje, a Home Page mais importante do site é a 1ª página do Google! E quer saber como o seu usuário age ou criar uma ação focada para ele no site da marca ou na home do G1? Métricas, Behaviour Target, Engagement Map ROI. Quer anunciar pagando pouco, só quando o usuário clicar e ter um ROI alto? Links Patrocinados! Quer ter um resultado alto, fazendo com que formadores de opinião indiquem o produto X ou Y para seus seguidores? Blogs! Formadores de opinião de 10 anos atrás eram William Bonner, Cid Moreira, Lilliam Wite Fibe. Hoje é o Antonio Tibet, Edney Souza, Carlos Merigo; Não sabe quem são? E os blogs KibeLoco, Interney, Brainstorm#9?

Alguns estudos que eu já li mostram que apenas 10% do iceberg fica sobre a água e 90% fica submerso. Pois bem, a presença digital da marca tem que ser assim: 10% é o site e 90% é realmente a presença digital, ou corre o risco do seu iceberg derreter e o outro ao lado, mais forte e maior, bater, destruir e fazer com que ele suma. Esse outro iceberg entenda como a sua CONCORRÊNCIA!!!

* Felipe Morais é publicitário, professor, palestrante e escritor. Especialista em Planejamento Estratégico Digital, autor do livro de mesmo nome. Diariamente escreve para o Blog do Planejamento (http://plannerfelipemorais.blogspot.com)

Branding